segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Mocidade lança projeto social para atendimento a autistas




MOCIDADE INDEPENDENTE DE PADRE MIGUEL
Por Fábio Silva


A Mocidade Independente de Padre Miguel está lançando um projeto social pioneiro entre as escolas de samba. Trata-se do "Autista Estrela da Mocidade", projeto dirigido a crianças com autismo que residem na Zona Oeste e que não possuem condições financeiras para ter acesso ao tratamento.
A meta é atender 50 crianças no primeiro ano de atuação, oferecendo tratamento e acompanhamento na quadra da Mocidade. O time de profissionais será formado por médicos, fonoaudiólogos, psicólogos e terapeutas que, além das crianças, também darão apoio aos seus familiares.
"Para dar início ao projeto, em nossa feijoada de agosto, a estrela da Mocidade vai trocar de cor e vestir azul, cor símbolo do autismo. Vamos doar parte da renda da feijoada para uma entidade que já cuida de pessoas portadoras desta síndrome", conta Marcelo Bueno, diretor de Marketing da Mocidade, acrescentando que também em agosto terá início o levantamento do número de autistas na região.
O"Autista Estrela da Mocidade" nasceu a partir da sugestão de uma colaboradora da equipe do diretor de Marketing, Patrícia Sampaio, mãe de um menino autista.
"Sou mãe de um menino de 13 anos com diagnóstico de espectro autista. Conhecendo a dificuldade que é tratar um filho com esse transtorno, pensamos em um projeto que viesse a favorecer crianças que não têm condição alguma de tratamento e seus pais que lutam dia a dia. Como é difícil o saber conduzir diariamente essas crianças, por isso, paciência e muito amor fazem toda diferença no tratamento", afirma Patrícia.
O autismo é um transtorno de desenvolvimento que aparece nos três primeiros anos de vida e afeta o desenvolvimento normal do cérebro, no que diz respeito às habilidades sociais e de comunicação. O Brasil não tem um levantamento do número de autistas no país e se baseia na estatística dos Estados Unidos, que afirma haver um autista em cada 110 crianças.
A ONU (Organização das Nações Unidas) estima a existência de 70 milhões de autistas em todo o mundo.

Você também pode participar assine no site  https://www.change.org/p/coloquem-em-2019-o-samba-enredo-com-tema-autismo-no-carnaval-carioca
"Porque amar é fundamental"
Grupo Portelamor -
www.portelamor.com
"Brasil, esta causa é nossa! "

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Janeiro Branco: por uma cultura da Saúde Mental

A Campanha Janeiro Branco
pode ajudar o mundo a ser um lugar melhor.…

Campanha Janeiro Branco: uma campanha dedicada a convidar as pessoas a pensarem sobre suas vidas, o sentido e o propósito das suas vidas, a qualidade dos seus relacionamentos e o quanto elas conhecem sobre si mesmas, suas emoções, seus pensamentos e sobre os seus comportamentos.

Campanha Janeiro Branco: uma campanha dedicada a colocar os temas da Saúde Mental em máxima evidência no mundo em nome da prevenção ao adoecimento emocional da humanidade.

Campanha Janeiro Branco: uma campanha dedicada a sensibilizar as mídias, as instituições sociais, públicas e privadas, e os poderes constituídos, públicos e privados, em relação à importância de projetos estratégicos, políticas públicas, recursos financeiros, espaços sociais e iniciativas socioculturais empenhadas(os) em valorizar e em atender as demandas individuais e coletivas , direta ou indiretamente, relacionadas aos universos da Saúde Mental.

Uma campanha dedicada a mostrar às pessoas – e à sociedade – que os seres humanos são seres de conteúdos psicológicos e subjetivos, que suas vidas, necessariamente, são estruturadas em torno de questões mentais, sentimentais, emocionais, relacionais e comportamentais, sendo, portanto, imperioso e necessário, que a subjetividade humana possua lugar de destaque em nossa cultura e em nossos cotidianos, sob pena de sermos vítimas de nós mesmos e de quem despreza as próprias necessidades psicológicas e as necessidades psicológicas alheias.

Uma Campanha pensada, planejada e projetada para a promoção de Saúde Emocional nas vidas de todos os indivíduos que compõe a humanidade, buscando estratégias políticas, sociais e culturais para que o adoecimento emocional seja prevenido, conhecido e combatido em todos os campos, esferas, dimensões e espaços em que o humano se faz presente.

Uma Campanha que está dando certo.
Uma Campanha que, por meio dela em todo o Brasil e em outros países, cidadãos, psicólogos e demais profissionais (da saúde ou não), estão se mobilizando para levar mensagens e reflexões aos indivíduos e às instituições às quais esses mesmos indivíduos encontram-se entrelaçados: “quem cuida da mente, cuida da vida”; “quem cuida das emoções, cuida da humanidade”; “quem cuida de si, já cuida do outro”; “sem psicoeducação não haverá solução”; “autoconhecimento: isso também tem a ver com a sua saúde mental”; “o que você não resolve em sua mente, o corpo transforma em doença”; “saúde mental pressupõe políticas públicas” e várias outras orientações, dicas e reflexões que têm o poder de chamar a atenção de todos para os cuidados consigo, com os outros e, também, para a importância das lutas por políticas públicas em defesa da Saúde Mental de todos.

#PorUmaCulturaDaSaúdeMental
O mundo tem pedido isso e nós, psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais e demais cidadãos brasileiros envolvidos pelo Janeiro Branco, nos propusemos a atender a esse chamado e a esse pedido de ajuda por parte da humanidade.

Sim – ações, orientações e reflexões a respeito das condições e características emocionais dos seres humanos mudam e salvam vidas.
Isso se chama Psicoeducação e o Janeiro Branco nasceu para isso, por amor à humanidade, senso de responsabilidade social, senso de dever profissional e pura solidariedade humanística.

Porque há sofrimentos que podem ser prevenidos. Dores que podem ser evitadas. Violências que podem ser impedidas, cuidadas ou reparadas. Exemplos que podem ser partilhados. Ensinamentos que podem ser difundidos em nome de povos mais saudáveis e mais bem resolvidos em termos emocionais.
Por um mundo melhor e uma humanidade com mais amor e mais responsabilidade em relação a si mesma e em relação a cada uma das suas partes.

Quem cuida da mente, cuida da vida!


Os 5 objetivos da Campanha Janeiro Branco:


1 – Fazer do mês de Janeiro o marco temporal estratégico para que todas as pessoas e instituições sociais do mundo reflitam, debatam, conheçam, planejem e efetivem ações em prol da Saúde Mental e do combate ao adoecimento emocional dos indivíduos e das próprias instituições;
2 – Chamar a atenção de todo o mundo para os temas da Saúde Mental e da Saúde Emocional nas vidas das pessoas;
3 – Aproveitar a simbologia do início de todo ano para incentivar as pessoas a pensarem a respeito das suas vidas, dos seus relacionamentos e do que andam fazendo para investirem e garantirem Saúde Mental e Saúde Emocional em suas vidas e nas vidas de todos ao seu redor;
4 – Chamar a atenção das mídias e das instituições sociais, públicas e privadas, para a importância da promoção da Saúde Mental e do combate ao adoecimento emocional dos indivíduos;
5 – Contribuir, decisivamente, para a construção, o fortalecimento e a disseminação de uma “cultura da Saúde Mental” que favoreça, estimule e garanta a efetiva elaboração de políticas públicas em benefício da Saúde Mental dos indivíduos e das instituições.

Como o Janeiro Branco pode ajudar as pessoas?


1 – Colocando os temas da Saúde Mental e da Saúde Emocional em máxima evidência na sociedade.
2 – Construindo, fortalecendo e disseminando uma “cultura da Saúde Mental” na humanidade.
3 – Contribuindo para a valorização da subjetividade humana e o combate ao adoecimento emocional das pessoas.
4 – Contribuindo para o desenvolvimento e a disseminação do conceito de ‘psicoeducação’ entre as pessoas e as instituições sociais.
5 – Contribuindo para o desenvolvimento e a valorização de políticas públicas relativas aos universos da Saúde Mental em todo o mundo.

Princípios básicos da Campanha Janeiro Branco

 1 – As ações em nome da Campanha e no contexto da Campanha serão todas de forma gratuita, totalmente sem fins lucrativos.
2 – Não serão cobrados, nem será feita publicidade, de valores simbólicos, “valores sociais”, nenhum tipo de cobrança para os participantes das ações em nome da Campanha.
3 – Para confecção de materiais de divulgação, as pessoas envolvidas poderão conseguir ajuda de gráficas e pessoas interessadas a doar os materiais para a Campanha.
4 – O que tem sido feito todo ano é uma “vaquinha” solidária e voluntária entre os profissionais para a compra dos materiais de divulgação (ou busca de ‘apoios’ e ‘patrocínios’ como ocorre em Congressos): balões brancos com tema da campanha, laços brancos com alfinetes, banners, panfletos etc. e cada profissional comprou sua camiseta da campanha.
5 – Custo de deslocamento, alojamento e alimentação para as palestras e demais ações é de responsabilidade dos palestrantes ou das instituições que os convidam, por isso, antes de se disponibilizar para dar palestras em nome do Janeiro Branco e no contexto da Campanha, observar se o deslocamento e todos os custos serão possíveis dentro da gratuidade da colaboração prestada à Campanha.

6 – O Janeiro Branco é uma Campanha dedicada a promover a psicoeducação das pessoas e das instituições, promovendo a Saúde Mental e combatendo o adoecimento emocional dos indivíduos e instituições por meio de debates, reflexões, mini palestras, palestras relâmpago, rodas de conversa, oficinas, caminhadas, corridas, piqueniques, cineclubes, entrevistas à mídia, murais de poesias, distribuição de balões brancos, panfletos, fitas brancas e várias outras formas de ações e intervenções urbanas que tenham como tema central a Saúde Mental, a Saúde Emocional, a valorização da subjetividade humana, a criação de uma cultura da Saúde Mental entre os seres humanos (a nível individual, institucional, social e coletivo), a valorização de políticas públicas em nome da Saúde Mental, a valorização da Saúde Mental no SUS e nas redes públicas e privadas de saúde no Brasil e no mundo.

7 – A Campanha Janeiro Branco é uma Campanha gratuita, democrática, horizontal, espontânea, desburocratizada, descentralizada, social, solidária, voluntária, inclusiva, laica, humanista, apartidária, multidisciplinar, transdisciplinar, colaborativa e caracterizada pela pluralidade e diversidade de temas, direta ou indiretamente, ligados aos universos da Saúde Mental e Emocional dos seres humanos e suas instituições.

8 – O Janeiro Branco respeita, aplaude e reverencia todas as lutas e conquistas dos movimentos passados e atuais relativos ao universo da Saúde Mental – seu papel é ampliar e aprofundar as estratégias de comunicação com a humanidade a respeito desses temas, conforme o Outubro Rosa o fez com a temática da “prevenção ao câncer de mama”, por exemplo.

9 – A Campanha Janeiro Branco nasceu em Minas Gerais e a metáfora do TREM a identifica: psicólogos(as) são a locomotiva da Campanha que, em sua integralidade e por seu caráter multidisciplinar e transdisciplinar, também possui inúmeros vagões a constituí-la com a necessária e oportuna participação de outros cidadãos e profissionais capazes de enriquecer as suas potencialidades e possibilidades em relação ao universo da Saúde Mental e Emocional dos indivíduos e instituições.

10 – A Campanha Janeiro Branco está sempre em construção. Toda colaboração ao seu crescimento, desenvolvimento, amadurecimento e enriquecimento é extremamente bem-vinda. Manifeste-se e engate novos vagões temáticos ao TREM DA SAÚDE MENTAL que partiu de Minas Gerais com destino ao mundo.

Fonte: www.janeirobranco.com.br

domingo, 31 de dezembro de 2017

Lar Maria de Lourdes

Valorizando  crianças, adolescentes e adultos com deficiência como pessoas em desenvolvimento.

Organização sem fins lucrativos sediada no Rio, o Lar atualmente atende cerca de 35 crianças, adolescentes e adultos acamados, ou seja que não andam, portadores de deficiência física e/ou mental.
Fundada em junho de 1998, a instituição é parte integrante da sociedade civil brasileira e tem em sua equipe profissionais especializados, com experiência para trabalhar com pessoas que necessitam de cuidados especiais.



Maria Isabel Alves Peixoto, fundadora do Lar Maria de Lourdes, relata o trabalho que a instituição realiza há quase 20 anos mesmo diante das dificuldades, cumprindo o objetivo de cuidar de todos com amor, carinho e atenção.
Como o Lar Maria de Lourdes funciona?


O site do Lar Maria de Lourdes, disponibiliza uma listagem dos itens necessários para que você possa auxilia-los.
O Lar fica na  Rua Pajurá, 256, Taquara, Rio de Janeiro – RJ, 22740-210, Brasil - (21) 3392-9646 -
lar@larmariadelourdes.org.br´, sendo a sua visita muito importante para nós.


Visite o site do Lar Maria de Lourdes no endereço http://larmariadelourdes.org.br/  e conheça mais sobre este trabalho.  Você pode também acompanhar através do Facebook    https://www.facebook.com/larmariadelourdesrj/ venha curtir esta página, faça parte desta família.


NASP - Grupo Portelamor
www.portelamor.com

fonte: Site e Youtube do Lar Maria de Lourdes

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Trabalho e Voluntariado

TRABALHO

Todas as oportunidades para atuar no Programa de Atendimento a Refugiados e Solicitantes de Refúgio da Cáritas RJ são anunciadas nesta página. ​Não há vagas disponíveis no momento.

VOLUNTARIADO
O trabalho dos voluntários e das voluntárias é extremamente importante para o Programa de Atendimento a Refugiados e Solicitantes de Refúgio da Cáritas RJ. Atualmente, cerca de 90 pessoas atuam em diversas funções e com diferentes níveis de engajamento, de acordo com a disponibilidade de cada um(a), mas sempre com atenção e dedicação. O mais comum é que o(a) voluntário(a) atue uma ou duas vezes por semana durante um turno - manhã ou tarde.

Todos(as) passam por um treinamento geral e, dependendo da área de atuação, por um treinamento específico, para poderem exercer suas funções de maneira adequada, respeitando o código de conduta e os princípios da instituição.

Para se inscrever no nosso Programa de Voluntariado, é preciso aguardar a abertura de novas oportunidades, que são sempre anunciadas na nossa página no Facebook. No momento, não temos nenhuma vaga disponível.

As áreas de atuação são as seguintes:

ACOLHIMENTO
Auxílio na recepção à população refugiada, tradução de entrevistas sociais e apoio a procedimentos de integração. A atividade ocorre às segundas, terças, quintas e sextas, entre 9h30 e 17h. 

APOIO PEDAGÓGICO  Os(As) voluntários(as) acompanham o desenvolvimento do curso de português para refugiados junto à coordenação pedagógica, auxiliando na organização e nas aulas. As atividades ocorrem na UERJ, às terças e quintas, das 9h30 às 11h30. É necessário ter nível intermediário de inglês ou francês.

ATENDIMENTO NO CENTRO PÚBLICO DE TRABALHO 
Suporte e tradução de atendimento para inserção dos refugiados no mercado de trabalho. Ocorre no CPETR-Tijuca, às terças e quintas, na parte da manhã e da tarde. 

CURSO DE PORTUGUÊS 
Ensino de português utilizando uma das línguas mediadoras: francês, inglês, espanhol ou árabe. As aulas ocorrem na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), às terças e quintas, das 10h às 11h30. Não é necessário atuar nos dois dias da semana nem ter experiência como professor(a), mas exige-se pelo menos nível intermediário em uma das línguas mediadoras.

PROTEÇÃO LEGAL 
No setor de Proteção Legal, os voluntários auxiliam em atendimentos sobre regularização dos refugiados e mecanismos de proteção; realizam pesquisas sobre os países de origem dos solicitantes de refúgio e elaboram pareceres para embasar a defesa dos casos; e dão apoio às ações de advocacy do setor. Ocorre às segundas, terças e quintas, entre 9h30 e 17h, e às sextas, entre 13h e 17h.

RECREAÇÃO DE CRIANÇAS 
A principal função é apoiar com atenção, cuidado e atividades lúdicas enquanto os pais das crianças estão no curso de português ou na aula de yoga. O horário de atuação é das 10h às 11h30, às terças e quintas (curso de português), ou das 13h45 às 15h15, somente às terças (aula de yoga).

VÍNCULOS SOLIDÁRIOS  Setor responsável por responder ao diálogo externo da Cáritas RJ. Os voluntários têm funções variadas, como apoio na gestão de voluntários, na produção de eventos e no estabelecimento de parcerias. O horário e os dias são flexíveis.



Ambulatório da PUC oferece novos tratamentos a R$ 60

Setor amplia atendimento com médicos especializados em cirurgia da mão e angiologia

Dirceu Bellizzi durante atendimento: médico recebe cerca de dez pacientes por semana - Divulgação

Ele foi aberto à população em julho de 2015 com o objetivo de oferecer tratamentos médicos por apenas R$ 60. Desde então, cerca de 1.300 pessoas foram atendidas no ambulatório da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC) em especialidades como dermatologia, ortopedia, homeopatia, psiquiatria e neurologia. O espaço cresceu e, a agora, passa a contar com médicos especializados em cirurgia da mão e angiologia (a partir de julho), contabilizando 18 áreas de atuação.

O ambulatório tem caráter assistencial, mas também foi pensado para servir como uma espécie de local de práticas para futuros estudantes de graduação em Medicina. Atualmente, a universidade conta apenas com pós-graduação lato sensu na área. E são esses alunos que acompanham alguns médicos durante as consultas.

— Existe um projeto de graduação. Mas, para que pudéssemos oferecer o curso no futuro, tínhamos que ter um lugar onde os estudantes pudessem treinar — conta Hilton Koch, decano do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da PUC-Rio. — Estou muito satisfeito com o resultado do ambulatório.

O espaço, que funciona na Estrada da Gávea 36-B, também oferece, às sextas-feiras, das 13h às 17h, exames de ultrassonografia a preços que variam entre R$ 82 (abdômen superior, bexiga, próstata e transvaginal) a R$ 184 (bolsa escrotal com doppler). Tanto a lista com as especialidades quanto as de ultrassom podem ser consultadas no endereço .

Professor da PUC e coordenador de cirurgia da mão do Instituto Ivo Pitanguy, o médico Alexandre Barros trabalha há dois meses no ambulatório, desde que sua especialidade foi implantada.
Recepção do ambulatório: consultas de segunda a sexta - Divulgação

— Começamos de forma modesta. De qualquer maneira, neste momento de crise sem precedentes em que vivemos, é uma chance de facilitar o acesso da população à medicina — diz Barros.

Uma de suas pacientes, Jane Silva Guimarães, moradora da Rocinha, conta que soube da existência do ambulatório pelas redes sociais. Ela afirma que chegou a desconfiar de que o valor da consulta estivesse errado.

— Para a atual situação do Brasil, o preço é razoável — diz Jane. — Fui acompanhando o meu marido, que sentia muita dor nas mãos. No final do atendimento, como não havia mais pacientes, acabei me consultando também.
Bolsista no curso de Geografia da PUC-Rio, Adailton Ribeiro Ramalho frequenta o ambulatório desde o início. Ele já marcou consulta com clínico geral e psiquiatra.
— Achava que tinha déficit de atenção por ter voltado a estudar depois dos 40. Por isso, procurei um especialista — diz Ramalho, de 47 anos.
Para ele, a criação do ambulatório é uma iniciativa válida.

— Se você buscar atendimento público, vai demorar muito. Às vezes, precisamos apenas de uma avaliação rápida — diz Ramalho, que faz uma pequena queixa. — Gostaria que oferecessem exames laboratoriais.
O ambulatório tem convênio com a LaborMed para a realização de exames ginecológicos e com as ONGs Rocinha.org e Saúde da Criança, que encaminham pacientes quando necessário.

Uma das especialidades mais procuradas é a ortopedia, a cargo do médico Dirceu Bellizzi, que também é coordenador de pós-graduação lato sensu do departamento de Medicina e responsável direto pelo ambulatório. Ele atende cerca de dez pessoas semanalmente — por mês, o espaço recebe aproximadamente 400.

— Toda a especialidade de atenção primária que não está no foco das redes municipal e estadual de saúde tem uma procura grande aqui — diz Bellizzi. — Os hospitais têm uma deficiência em casos de baixa complexidade e este é o objetivo do nosso trabalho. Estamos preenchendo a lacuna.
De acordo com o médico, poucas são as especialidades que contam com tratamento ambulatorial na saúde pública.

— Justamente por isso, 50% dos casos que chegam ao pronto-socorro podem ser de atendimento ambulatorial — diz Bellizzi.
O agendamento das consultas no ambulatório da PUC é feito de segunda a sexta, das 8h às 17h, somente pelo telefone 3527-2502. Não são marcadas consultas de emergência. O pagamento só pode ser feito em dinheiro.





quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Defensoria Pública realiza evento de cidadania no próximo sábado no Parque Madureira

Ações sociais são aquelas solicitadas por instituições, associações e congêneres para a participação da Defensoria Pública, com a finalidade de fornecer orientações jurídicas, expedir ofícios de gratuidade e elaborar petições iniciais sem complexidade aos hipossuficientes e vulneráveis daquela localidade, que ocorrem nos fins de semana e feriados. Nessas ações, os interessados podem obter segunda via de documento de identidade, de certidões de nascimento e de casamento, de habilitação para casamento e obter esclarecimentos em questões de direito de família, cível e do consumidor. É a Defensoria Pública indo ao encontro da população para cumprir sua missão constitucional de prestar atendimento jurídico de qualidade a quem precisa!
Email para contato - acaosocialdpgerj@gmail.com